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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Vantagens - BSD

O BSD, são sistemas operacionais completos que incluem não apenas o kernel como os programas, os utilitários e os arquivos de configuração que trabalham nele. E pelo fato de que cada BSD é desenvolvido como um todo integrado, as partes são dirigidas a um trabalho conjunto, conectado. Eles ainda têm um consistência e solidez. Cada BSD trabalha do mesmo modo, não importa aonde você conseguiu o disco. Com isso, você não descobrirá que seu sistema é diferente do que o que está escrito no artigo do livro ou da revista, pelo fato de você ter comprado de um vendedor diferente.

Historia do BSD

Começou com a contribuição de BilL Joy na década de 1970 – que como estudante de graduação foi um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento do BSD e criou elementos cujas linhagens até hoje estão bem presentes, como o csh, o editor vi e o NFS, além da pilha TCP/IP do BSD que mais tarde foi incorporada a vários outros produtos – e sobre a qual o folclore conta que houve uma interessante reunião, narrada no artigo, entre Joy (então um estudante de graduação e usando camiseta) e executivos da BBN, cuja pilha TCP/IP foi rejeitada por Berkeley em prol da de Joy.

O BSD da década de 1970 passou por uma série de caminhos e ultrapassou diversas barreiras, inclusive a ação judicial da AT&T que ao final acabou estabelecendo definitivamente os direitos autorais envolvidos – e especialmente o direito de o BSD ser desenvolvido e distribuído livremente. Seu código também foi incorporado a uma série de outros sistemas operacionais, alguns mais amplamente, como nos casos do SunOS, DEC Ultrix e NextStep, e outros só parcialmente, como no caso da pilha TCP/IP adotada pela Microsoft ou da adoção (via FreeBSD) da pilha de rede, VFS e subsistemas de IPC e manipulação de arquivos (mas não do kernel, ao contrário do que tantas vezes vi ser afirmado) pela Apple para o Mac OS X. Também ao contrário do que muitas vezes é dito, o artigo também informa que a Apple contribui código de volta ao FreeBSD, mesmo que a licença adotada não exija isso


OS/2 - História

OS/2 e Windows possuem uma origem comum: eram um único sistema nos anos 80 (mas com versões distintas) feitas simultaneamente pela IBM e Microsoft. Por uma decisão de Bill Gates a Microsoft resolveu abandonar o projecto OS/2 em 1990 e dedicar-se ao Windows. Os sistemas passaram então a competir pelo mercado corporativo e doméstico adentrando os anos 90. O sistema da IBM sempre foi considerado melhor tecnicamente, pois conseguia correr nativamente programas do seu concorrente mas o mesmo não poderia ser feito no Windows. O OS/2 também foi o primeiro dos dois a implementar TCP/IP, ter uma versão em 32 bits e máquina Java.Por falhas de marketing e investimento, o OS/2 sucumbiu diante do Windows 95 que a partir de 1995 engoliu praticamente 80% do mercado de sistemas operativos. Até 1996 a IBM tentou vender o OS/2 para o utilizador doméstico mas sempre cometendo as mesmas falhas: pouco marketing, pouco investimento em suporte técnico e pouco lobby para angariar novos programas compatíveis. Por correr programas do Windows e acreditar que isso era o suficiente para suprir lacunas do sistema, a IBM comete uma grave falha e sucumbe diante da explosão de oferta de programas 32 bits para Windows a partir de 1996.Em 1997 o sistema sai das prateleiras convencionais e muda de foco: é vendido apenas como pacote de soluções para empresas. Mesmo assim o sistema segue vendendo pouco, principalmente pela falta de suporte especializado. A partir de 1998 o OS/2 cai no ostracismo geral e é esquecido pelo mercado também pela chegada do novo boom em sistemas operativos: o Linux.Em 1998, a Stardock Corporation, que desenvolvia aplicativos para o sistema como o jogo Galatic Civilization e o Object Desktop, tenta negociar com a IBM uma nova versão do OS/2 para usuários finais, o que implicaria na abertura de seu código-fonte. A IBM recusa a proposta, e a Stardock desiste de desenvolver aplicativos para o OS/2.Em 2001 a IBM autorizou a Serenity Systems a vender e distribuir uma versão actualizada do Warp 4.52 para utilizadores finais e estudantes. Essa versão customizada chama-se eComStation.Estima-se que o OS/2 esteja operacional em 800.000 máquinas pelo mundo, principalmente em instituições financeiras. O Banco do Brasil foi um dos maiores utilizadores do sistema, empregando-o em caixas eletrônicos e gabinetes de atendimento ao público, mas ainda o utiliza em parte, rodando sob o Windows, até ocorrer a migração completa para o Linux.

22 Curiosidades sobre o Linux


1. Linus Torvalds desenvolveu o kernel do Linux enquanto estudava na Universidade de Helsinki em 1991.

2. No ano passado, 75% do código criado para o Linux foi desenvolvido por programadores que trabalham em empresas privadas.

3. Em dezembro de 2009 a IBM anunciou um novo sistema Mainframe desenhado para trabalhar com Linux.

4. Os sistemas baseados em Linux encontram-se em 446 dos 500 supercomputadores mais potentes do mundo.

5. 95% dos servidores que se utilizam nos estúdios de Hollywood para os filmes de animação rodam Linux.

6. O primeiro longa-metragem de sucesso produzido em servidores Linux foi Titanic em 1997.

7. James Cameron também escolheu servidores com Linux para produzir o filme Avatar.

8. Os servidores de Google rodam sob Linux.

9. Google contribuiu apenas 1,1% do código do atual kernel do Linux.

10. Linux está-se estendendo rapidamente no mercado de smartphones e outros dispositivos eletrônicos dentro do mercado de consumo.

11. Sistemas operacionais como Palm WebOS, Google Android, Nokia Maemo ou Samsung Bada foram desenvolvidos com base no kernel do Linux.

12. Em 2009, as diferentes variantes de Linux conseguiram uma quota de mercado em servidores de 33,8% em frente ao 7,3% dos sistemas da Microsoft.

13. Na área de computadores desktops ou portáteis o Linux só tem 1,02% de quota de mercado.

14. Torvalds criou Linux para o projeto GNU sob licença GPL.

15. Baixo a licença GPL, qualquer programador ou empresa que distribua o kernel do Linux deve proporcionar também o código fonte dentro do próprio pacote.

16. Em 1994, um tal William Della Croce Jr. registrou a marca Linux nos Estados Unidos e começou a pedir royalties às diferentes distribuições Linux.

17. Torvalds e seus advogados ganharam esta batalha em 1997 para recuperar o registro da marca Linux.

18. Atualmente existem mais de 300 distribuições Linux ativas.

19. Linux ganhou muita popularidade para além dos tradicionais programadores graças à distribuição Slackware, que era mais fácil de utilizar para os não iniciados na programação.

20. Estima-se que em um meio de desenvolvimento comercial o código fonte do Linux custaria em torno dos 7,3 bilhões de dólares.

21. A primeira distribuição comercial de Linux foi Yggdrasil, lançada em 1992 em formato Live-CD que rodava direto do CD.

22. A analista IDC contempla que em 2012 as vendas de suporte para Linux superem 1 bilhões de dólares.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O DOS e seu passado

  • 1.0 - Eram poucos comandos (alguns hoje extintos ou modificados), visava mais a manipulação de arquivos no disquete como: Format, Dir, Wtdatim (ajustava a data e a hora), Gwbasic, Sys, Ren, Keyb, Exit, Del, Copy, Diskcopy, Edlin(editor de texto), Chkdsk;
  • 2.0 - Surge em função da necessidade de se distribuir arquivos em agrupamentos (diretórios, baseado no UNIX, um antigo sistema operacional de computadores de rede) num mesmo disquete - CD, MD, RD - e protegê-los (Backup, Attrib, Recover), passou a ter comandos para interferir mais afundo no comportamento da máquina em relação ao softwares (Mode, Graftabl, Fdisk , Citty, Command, Break, Prompt, Print) e um protetor de tela(Cls);
  • 3.0 - Surgiu por volta de 84, teve maior tempo de vida (principalmente a 3.3), com poucas modificações para corrigir bugs da versão anterior, porém mais comandos de controle e configuração proporcionavam uma boa otimização do computador.
  • 4.0 - Conhecido como o desastre de toda a série, não por totalmente sua culpa. Foi feito pela MS às pressas para concorrer com oDRDOS 4.0 (da Digital Research), numa época de transição do XT para o AT (286) e o nascimento de programas "comedores" de memória como o Windows e o Corel Draw. Surgia também os drivers de 31/2 polegadas de alta capacidade, HDs maiores e periféricos como Scanners e canetas óticas. Resumindo, era uma época de indefinições que provocava constantes "travas" no sistema e no computador. Surgido em 88, durou pouco menos de 2 anos. Talvez, o primeiro a chegar no Brasil traduzido para o português com duas curiosidades: nas respostas que exigia s ou n (de sim ou não) só funcionava o sim se teclasse o y (de yes); outra era a palavra help, traduzida para socorro (argh!), culpa de má tradução.
  • 5.0 - Com a consolidação do Windows 3.0 em 90, foi absolutamente necessário quebrar a barreira dos 640Kb de memória RAM, feito conseguido pelo DRDOS 5.0 que ganhava uma interface gráfica própria e incorporava comandos para desfragmentar o disco e outros. Algo realmente novo, esboçando intimidade com o 386 e o 486, primeiros da linha PC a possuir 32 bits.
Tudo parecia promissor para o DRDOS se não fosse a MS anunciar para deus e o mundo que o Windows 3.0 não seria compatível com ele. Realmente aconteceu: ao instalar o Windows sobre o DRDOS ele emitia a seguinte mensagem "O Windows não pode rodar com esta versão de DOS. Por favor, contate o revendedor.". Um golpe fatal ao progresso do DRDOS, pois ninguém estava disposto a ficar sem o Windows. Corre nos EUA, ainda, um processo na Justiça, por alegação de práticas comerciais monopolistas e desonestas por parte da MS.
  • 6.0 - Com este suposto golpe comercial a MS tira o DRDOS do páreo, compra os direitos de utilitários como o PCTools e incorpora seus comandos no sistema. Ele passa a ter um "editorzinho" de texto, um gerenciador de arquivos parecido com o do Windows, gerenciador de memória, um antivírus, um protetor de arquivos apagados e melhora sua relação com todo o hardware. Sem contar que é praticamente uma ponte para se rodar o Windows em paz.

A história do " DOS "

Um sistema operacional é fundamental para que se possa operar um computador, seja ele do tipo Mac, PC ou um complexo servidor de rede. Ele representa o "tradutor" da linguagem de máquina para outra mais compreensível às pessoas sob a forma de comandos escritos e desenhos representativos.

Por exemplo, ao digitar uma palavra no seu editor de texto, códigos são gerados a partir de circuitos elétricos no teclado e enviados ao computador onde será "perguntado" ao sistema operacional que está na memória o que é, para que e para onde vai aquele código. Os circuitos eletrônicos do computador já dirão ao sistema que se trata de códigos de teclado ficando a seu cargo dizer que letras são, conferir com o editor de texto se não se trata de algum comando (como exibir, salvar ou imprimir o texto) e mandá-los à placa controladora de vídeo que o fará aparecer na tela da forma que o editor determinar ao sistema operacional. Tudo isto, sem muitos detalhes, é uma pequena amostra do que ocorre dentro do seu computador, em milésimos de segundo, tendo como importante intermediador o sistema operacional, lembrando que todo este processo é válido tanto para os antigos sistemas como para os atuais como o Win95, MacOS, WinNT, Novell, Unix e o OS/2.

De certa forma, ele não passa de um programa como os outros: tem linhas de código , mensagens de erro, comandos e ícones diversos (alguns até um pouco incompreensíveis), penduricalhos inúteis e de vez em quando - aliás, freqüentemente - deixa-nos de cabelo em pé com suas "travas" misteriosas. Porém, o DOS tem uma peculiaridade: ele rege o computador, é ele quem diz aos outros programas onde está e em que local gravar determinados dados anotando onde eles estarão para futuras leituras, o que fazer quando algo ocorre fora do previsto, administrar os recursos da máquina, gerenciando prioridades solicitadas por diversos programas quando rodam ao mesmo tempo (multitarefa), comandando o uso da memória RAM, e fazer a manutenção e configuração de todo o hardware.

Quais são os pontos fracos do Linux?

Um dos maiores pontos fracos do Linux são:

-A ausência de programas proprietários bastante conhecidos, como Photoshop e Corel Draw, além de jogos de grandes empresas, como EA, UbiSoft, etc. Programas como estes geralmente só tem versões oficiais para Windows e, embora alguns deles possam ser rodados no Linux com o uso do Wine e derivados, ainda há incompatibilidades com alguns deles, que impedem um funcionamento perfeito.

-A ausência de drivers para dispositivos específicos. Embora hoje o Linux suporte uma quantidade muito grande de componentes de hardware, ainda há muitos dispositivos para os quais não existem drivers no Linux. Isso acontece por vários motivos, como a falta de apoio dos fabricantes de hardware, que não fazem drivers para Linux nem liberam as especificações técnicas para que alguém o faça, ou como a grande quantidade de variações de certos componentes, como modems, que requerem drivers às vezes muito específicos para funcionar.

-Além destes, hardware muito recente leva um pouco mais de tempo para receber drivers para Linux. Quando ocorre de algum dispositivo que não ser instalado (mesmo sendo corretamente detectado), a solução mais comum é buscar alguma resposta na web. E nessa busca muitos usuários mais inexperientes acabam se decepcionando.

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